Existem pelo menos
quatro perguntas básicas e fundamentais da vida que todos nós precisamos saber:
1. IDETIDADE: Quem sou
eu? Pergunta da Ontologia do Ser.
Como nos definimos?
Este é o ponto crítico da vida de muita gente. Tanto a passividade excessiva e
constante quanto a agressividade demostram uma identidade em conflito tentando
se esconder dos outros ou afastar-se para evitar a pergunta: Quem sou eu?
2. OBJETIVIDADE: Por
que estou aqui? De onde eu venho e para onde vou? Perguntas da Teleologia e da
Teologia.
Outro ponto crítico,
talvez mais trágico que a morte é a própria vida quando vivida de forma banal,
sem sentido, sem direção, sem significação e que não discerne a qualidade e a
eternidade.
3. VALORES: O que tem
valor para mim? Pergunta da Axiologia.
No que você tem
investido seu tempo, seu dinheiro, sua atenção...? Aí estão seus valores.
Os valores determinam o
caráter e o destino. Os valores funcionam como a coluna vertebral da alma.
Existem dois tipos de valores: Os intelectuais expressos no que falamos e
teorizamos, aqui podem entrar a mentira e a hipocrisia. E os valores de vida ou
do coração, expresso na prática do dia-a-dia e está associado à personalidade,
revelando uma legítima consistência moral ou não (estilo de vida).
4. COSMOVISÃO: Com que
lente nós enxergamos o mundo? Pergunta da Epistemologia.
A Epistemologia estuda
as diferentes cosmovisões e avalia se os paradigmas e conhecimentos são
verdadeiros ou não.
Os paradigmas são como
mapas que interpretam situações e condições da vida. O mapa não é o território,
mas ele te guia pelo território. Portanto, se o paradigma (mapa) é correto você
alcançará seus objetivos. Se o paradigma (mapa) está errado você está perdido.
Dizer que o mundo está
perdido, não é somente uma frase de efeito. Observe que o paradigma (mapa) do
mundo é o relativismo, este está outra vez na moda, sobretudo em relação à
moral e aos ideais de verdade e racionalidade, isso tem cegado muitas pessoas
impondo um terrível legado de ignorância em relação à vida à existência e à
eternidade.
De forma sutil é o
nefasto paradigma do relativismo que me diz que eu crio a minha verdade, então
eu posso criar um “deus” que seja do jeito que eu quero que ele seja; eu posso
criar uma família do jeito que eu quero que ela seja. Eu posso fazer o que eu
quiser e quem vai me dizer que eu estou errada?
Essa é só mais uma
visão ou corrente filosófica que mostra o homem distanciado do “Eu Sou”.
Graças a DEUS que em
Cristo eu posso negar a mim mesma e conhecer o Criador do universo como Ele
realmente é na Sua grandeza, como se revelou a cerca dEle mesmo, Suas Leis e
princípios, seus Caminhos, seu caráter, seus preceitos e Sua Palavra encarnada
na pessoa do Messias e você tambem pode.
Apenas uma síntese de
um estudo que estou fazendo sobre: Precisamos resgatar a cosmovisão Bíblica.
É uma forma de apelo
mesmo!
Por: Marla🌸